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Tudo o que acontece no BH Airport

Acesse as principais notícias do terminal internacional mineiro.

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Aqui você encontra o direcionamento para pautas relevantes sobre o universo da aviação e desenvolvimento aeroportuário. Contextualizamos nossas ações com tudo o que acontece no Brasil e no mundo, reforçando nosso compromisso social, com o meio ambiente e sustentabilidade.

Feriado de Tiradentes deve movimentar mais de 200 mil passageiros no BH Airport
16 de abril de 2026

Feriado de Tiradentes deve movimentar mais de 200 mil passageiros no BH Airport

O feriado prolongado de Tiradentes volta a posicionar o BH Airport entre os aeroportos mais movimentados do país. Entre 17 e 22 de abril, o terminal mineiro estima a circulação de 201.501 passageiros, com esta sexta‑feira (17) concentrando o maior volume do período: 39.580 viajantes. O fluxo reflete o fortalecimento da malha aérea, a ampliação de frequências e o papel do BH Airport como hub de conexões de Minas com o Brasil e o mundo.

Ao longo de todo o mês, o BH Airport deve receber mais de 1,09 milhão de passageiros, alta de 3% em relação a abril de 2025. Na comparação com abril de 2024, o avanço chega a 25,7%, e, frente a 2023, atinge 30,9%. Estão previstas cerca de 9,1 mil operações de pousos e decolagens no período. Para atender à demanda concentrada no mês, impulsionada pelos feriados, as companhias aéreas programaram 177 voos extras. Entre os destinos mais procurados estão Porto Seguro (BA), Parauapebas (PA), Salvador (BA), Maceió (AL), Florianópolis (SC), Campinas (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

“O crescimento da movimentação em abril é resultado de um processo estruturado de ampliação da conectividade aérea em Minas Gerais”, afirma o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes. “A combinação entre aumento de frequências, novas rotas e fortalecimento da malha doméstica e internacional amplia o acesso ao estado, sustenta o turismo e gera impacto direto na economia. O nosso papel é garantir que esse fluxo ocorra com eficiência operacional, previsibilidade e qualidade, mesmo em períodos de pico”, reforça.

Neste mês, sete destinos internacionais são contemplados com voos diretos partindo do BH Airport: Lisboa (Portugal), Orlando (EUA), Cidade do Panamá (Panamá), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai) e Willemstad (Curaçao). No mercado doméstico, a conectividade alcançou um marco relevante em abril. Com a inauguração da rota direta para Campo Grande (MS), o desenho do Brasil no mapa aéreo do BH Airport está praticamente fechado, faltando apenas Macapá (AP) e Boa Vista (RR) para atender praticamente todas as capitais brasileiras e completar a malha nacional.

O terminal mineiro figura hoje como o terceiro aeroporto brasileiro em número de destinos e o segundo em voos nacionais. Em Minas Gerais, a malha regional também avança de forma consistente, com 13 cidades atendidas, ampliando a integração territorial e o acesso ao interior do estado. Em abril, a ampliação de frequências reforça esse movimento. Em abril, os voos operados pela Gol nas rotas São Paulo/Congonhas, Rio de Janeiro/Galeão e para Salvador ganham mais uma partida diária, enquanto Carajás salta de 5 para 7 partidas por semana. Pela Azul, Porto Velho passa de 3 para 7 partidas por semana.

A partir de julho, a rota internacional para a Cidade do Panamá receberá três novas frequências semanais, ampliando a oferta de conexões com a América Central e do Norte. Já em setembro, entra em operação o voo direto para Santarém (PA), fortalecendo o eixo Norte-Sudeste. “A expansão da conectividade fortalece o turismo, amplia oportunidades de negócios e alavanca setores como comércio, serviços e logística. O BH Airport funciona como um elo central dessa engrenagem, conectando pessoas, mercados e regiões”, avalia Rodrigo Côrtes.



BH Airport e Azul fortalecem conectividade internacional com promoção da rota direta BH-Montevidéu no Uruguai
23 de abril de 2026

BH Airport e Azul fortalecem conectividade internacional com promoção da rota direta BH-Montevidéu no Uruguai

A nova rota direta entre Belo Horizonte e Montevidéu, em operação desde março deste ano, foi tema da programação dedicada à promoção da conectividade com players do Turismo e Negócios, em uma ação conjunta do BH Airport e Azul Linhas Aéreas. A agenda na capital uruguaia reuniu lideranças dos setores aéreo e turístico, além de representantes do mercado, para apresentar as oportunidades geradas pela conexão inédita entre as duas cidades.

A nova ligação permite posicionar Minas Gerais como destino turístico, apresentando ao mercado uruguaio um estado reconhecido pela diversidade de experiências, que vão do patrimônio histórico e cultural à gastronomia e à oferta de eventos e intercâmbio comercial, além de facilitar o acesso a outros destinos brasileiros a partir do hub mineiro.

“A rota direta entre Belo Horizonte e Montevidéu representa um avanço importante na estratégia de internacionalização do BH Airport e no fortalecimento da conectividade de Minas Gerais com a América do Sul. A parceria com a Azul amplia as opções de voo entre Brasil e Uruguai e contribui diretamente para a promoção do destino Minas Gerais no mercado internacional”, reforça o gestor de Conectividade e Aviação do BH Airport, Clayton Begido.

“Essa ligação aérea facilita o acesso dos turistas uruguaios a um estado que reúne uma diversidade única de atrativos, destacando o nosso potencial gastronômico, histórico e cultural, além de uma ampla oferta de experiências no turismo de lazer e de negócios. Além disso, reforçamos o fluxo entre os dois países e ampliamos as oportunidades para o turismo e para toda a cadeia produtiva ligada ao setor”, acrescenta.

Para o gerente geral Comercial da Azul, Ricardo Bezerra, a nova operação amplia as possibilidades de conexão para o mercado uruguaio. “A partir do hub mineiro, que é a nossa segunda base mais movimentada atualmente, o cliente que sai do Uruguai pode chegar facilmente a cidades de todas as cinco regiões do país. Queremos que o nosso país vizinho conheça o potencial brasileiro de lazer e negócios também a partir da região Sudeste”, destaca.

O gerente comercial da Aeropuertos Uruguay, Matías Carluccio, destaca que a ampliação da malha aérea é determinante para o fortalecimento das relações entre os países. “O Brasil é um mercado estratégico para o Uruguai, e essa nova conexão com Belo Horizonte contribui para tornar o país ainda mais acessível ao público brasileiro. A conectividade aérea é fundamental para dinamizar o intercâmbio turístico e consolidar o vínculo entre os dois mercados”, finaliza.

Sobre a rota

Os voos diretos entre Belo Horizonte e Montevidéu são operados em aeronaves Embraer E2, com capacidade para até 136 passageiros.

• Saídas do BH Airport: quartas-feiras e domingos, às 10h15

• Saídas do Aeroporto Internacional de Carrasco: quartas-feiras e domingos, às 15h40


Dia da Terra expõe o protagonismo da infraestrutura aeroportuária na agenda ESG
22 de abril de 2026

Dia da Terra expõe o protagonismo da infraestrutura aeroportuária na agenda ESG

Redução de 69% nas emissões diretas, neutralidade de carbono certificada em padrão internacional e reaproveitamento de mais de 56 milhões de litros de água em três anos. Em uma data dedicada à discussão global sobre sustentabilidade, os números do BH Airport oferecem um retrato da agenda ESG desenhada em operações de infraestrutura no Brasil.

O terminal mineiro é o primeiro aeroporto do país a atingir o nível 3+ do programa Airport Carbon Accreditation (ACA), do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI), certificação que exige inventários auditados de emissões, metas contínuas de redução e neutralização das emissões residuais. Desde a adesão ao programa, em 2017, o conjunto das iniciativas implementadas no aeroporto evitou a emissão de aproximadamente 8,6 mil toneladas de CO₂ equivalente.

Os dados ganham relevo em um setor marcado por alto consumo energético, dependência de combustíveis fósseis e uso intensivo de recursos naturais. Aeroportos concentram fluxos logísticos críticos, operam de forma contínua e sustentam a conectividade econômica em diferentes escalas. Ao mesmo tempo, figuram entre as infraestruturas mais expostas aos efeitos de eventos climáticos extremos, o que reposiciona indicadores ambientais, com destaque para emissões, consumo de energia e uso da água, como variáveis operacionais determinantes para eficiência, segurança e resiliência do sistema.

“Em infraestrutura, sustentabilidade só produz resultado quando se converte em critério técnico de decisão. No BH Airport, descarbonização, transição energética e segurança hídrica orientam soluções de engenharia, investimentos e operação diária. É assim que a agenda ambiental se traduz em redução de risco, ganho de eficiência e estabilidade operacional no longo prazo”, afirma o gerente de Infraestrutura e Meio Ambiente do BH Airport, Emerson Chaves.

Metas ambientais alinhadas ao ecossistema global

A estratégia de descarbonização do BH Airport está ancorada na redução estrutural das emissões na origem, com foco em soluções permanentes incorporadas à infraestrutura. O inventário de gases de efeito estufa é acompanhado mensalmente e integrado aos processos de planejamento, orientando investimentos, priorização de projetos e a modernização dos sistemas operacionais.

Nesse conjunto de ações, a implantação do sistema 400Hz + PCA nas pontes de embarque dos Terminais 1 e 2 se destaca pelo impacto direto e mensurável. A tecnologia substitui o uso de geradores movidos a diesel no atendimento às aeronaves estacionadas em solo, uma das etapas mais representativas do consumo de combustível no ambiente aeroportuário.

A adoção do sistema resultou na retirada recorrente de 16 equipamentos a diesel da operação, reduzindo o consumo anual de combustível fóssil em cerca de 202 mil litros. A mitigação estimada é de, no mínimo, 500 toneladas de CO₂ equivalente por ano, com efeito contínuo ao longo da vida útil da infraestrutura instalada. Trata se de uma intervenção que combina redução permanente de emissões, aumento da eficiência energética e maior previsibilidade operacional, elementos centrais para ativos que operam de forma ininterrupta.

A redução de emissões também avança na mobilidade em solo. O BH Airport investiu R$ 5 milhões na incorporação de ônibus elétricos para o transporte de passageiros na área operacional, iniciativa que projeta a redução adicional de 42 toneladas de CO₂ equivalente por ano. O plano operacional prevê que, até 2030, todas as operações de embarque e desembarque remoto sejam realizadas com veículos elétricos. Desde 2024, a substituição de veículos a combustão por modelos elétricos e híbridos flex já responde por uma redução adicional de cerca de 40 toneladas de CO₂ equivalente.

Segurança hídrica

A gestão da água constitui um dos eixos mais estratégicos da agenda ESG do BH Airport, tanto pelo volume envolvido quanto pelo impacto direto na continuidade da operação. Desde 2022, o terminal reaproveitou 56,4 milhões de litros de água, volume mais de sete vezes superior ao registrado no início da operação do sistema. Apenas entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, o reúso ultrapassou 20 milhões de litros, o equivalente a cerca de oito piscinas olímpicas, reduzindo de forma significativa a demanda por água potável ao longo da operação.

Esse desempenho é sustentado pelas Estações de Tratamento de Águas Cinzas (ETAC), responsáveis pelo tratamento integrado de águas pluviais e de efluentes provenientes de pias e chuveiros dos Terminais de Passageiros 1 e 2. Após o processamento, a água é direcionada a usos não potáveis, como descargas sanitárias, irrigação de áreas verdes e atividades operacionais, o que permite substituir o consumo de água potável em larga escala dentro do aeroporto.

Em um ambiente marcado por maior variabilidade climática e pressão crescente sobre os sistemas de abastecimento urbanos, a gestão hídrica deixa o campo das iniciativas ambientais isoladas e passa a operar como componente de resiliência operacional, reduzindo a exposição a riscos hídricos e ampliando a previsibilidade da operação.

A atuação ambiental do BH Airport foi premiada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no Programa Aeroportos Sustentáveis, por três anos consecutivos, sendo reconhecido como o aeroporto mais sustentável do Brasil. O terminal mineiro também acumula cinco reconhecimentos consecutivos como Aeroporto Verde, concedidos pelo ACI, incluindo projetos voltados à eficiência energética, à gestão hídrica e à proteção da biodiversidade, como a implantação de passagens de fauna.


Feriado de Tiradentes: Por que Minas Gerais é um dos destinos mais completos do Brasil
16 de abril de 2026

Feriado de Tiradentes: Por que Minas Gerais é um dos destinos mais completos do Brasil

Entre história, arte, natureza e gastronomia, Minas Gerais reúne alguns dos roteiros mais emblemáticos do país para o feriado prolongado de Tiradentes, celebrado em 21 de abril. A data, que homenageia um dos principais personagens da Inconfidência Mineira, costuma impulsionar viagens curtas e médias por diferentes regiões do estado, do barroco colonial às paisagens do Cerrado e da Serra do Espinhaço. A combinação entre patrimônio histórico, cultura, natureza e gastronomia posiciona Minas como um dos destinos mais procurados para viagens no período.

Neste ano, a expectativa é de alta circulação de turistas chegando por Belo Horizonte, principal porta de entrada do estado. Entre os dias 17 e 22 de abril, o BH Airport estima a movimentação de mais de 200 mil passageiros, reflexo direto do aumento da demanda turística, no período que marca a Semana da Inconfidência, e a força da conectividade doméstica e internacional do terminal mineiro.

“O feriado de Tiradentes figura entre as temporadas mais estratégicas para o turismo em Minas Gerais, ao reunir patrimônio histórico, cultura e um forte apelo turístico, o que se reflete diretamente no aumento da movimentação de passageiros”, afirma o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes. “Diante desse cenário, o aeroporto opera com planejamento reforçado para assegurar fluidez, segurança e qualidade em todas as etapas da jornada, contribuindo para proporcionar a melhor experiência aeroportuária para o passageiro, ao longo de todo o período”, ressalta.

Cidades históricas ganham protagonismo na Semana da Inconfidência

As cidades históricas mineiras seguem entre os destinos mais procurados do feriado prolongado, ao preservar a memória e o legado do Brasil colonial, reunindo patrimônio arquitetônico, museus, tradições culturais e paisagens urbanas preservadas. Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, São João del Rei, Congonhas e Sabará formam o eixo central desse circuito.

Ouro Preto: palco da história e patrimônio mundial

Símbolo da Inconfidência Mineira, Ouro Preto é reconhecida como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco e reúne um dos mais ricos conjuntos de arte barroca do mundo. Igrejas como São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Pilar abrigam obras de Aleijadinho e Mestre Ataíde, enquanto o Museu da Inconfidência é uma das principais referências nacionais na preservação e difusão do patrimônio histórico brasileiro. As minas de ouro abertas à visitação, o casario colonial e os mirantes naturais ampliam o roteiro pelo centro histórico.

Tiradentes e São João del Rei: tradição, cultura a e experiência

Tiradentes se destaca pelo casario preservado, pelo charme na oferta hoteleira e por uma cena gastronômica que valoriza ingredientes e tradições locais. A cidade é um dos destinos mais desejados do país e garante ainda o acesso a trilhas e passeios na Serra de São José.

Já São João del Rei complementa o roteiro com o icônico som dos sinos em igrejas monumentais, com museus e centros culturais, além da tradicional experiência de viagem na Maria Fumaça, que liga as duas cidades em um trajeto histórico e paisagístico considerado um dos passeios turísticos mais emblemáticos de Minas Gerais.

Congonhas e Sabará: arte sacra e culinária

Em Congonhas, o conjunto dos Doze Profetas de Aleijadinho, no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, desponta entre as mais importantes obras da arte brasileira. Próxima à capital, Sabará é alternativa frequente para visitas de curta duração, combinando igrejas históricas, culinária mineira tradicional, trilhas e paisagens preservadas.

Esses destinos integram a Estrada Real, que conecta cidades históricas, áreas rurais e roteiros paisagísticos ao longo de um dos mais importantes corredores turísticos do país.

Natureza e bem-estar ampliam a experiência no estado

A diversidade de patrimônios naturais de Minas Gerais amplia as possibilidades de experiências no estado para diferentes perfis de visitantes. Destinos como a Serra do Cipó, localizada a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte, ganham relevância também pela facilidade de acesso a partir do BH Airport.

Inserida na área do Parque Nacional da Serra do Cipó, a região concentra ecossistemas relevantes do Cerrado, em área de transição com a Mata Atlântica, e se destaca pela elevada biodiversidade de fauna e flora, incluindo espécies endêmicas e ameaçadas. Cachoeiras, rios, cânions, trilhas e mirantes naturais compõem um patrimônio ambiental que se articula à infraestrutura de mobilidade do estado, ampliando as possibilidades de visitação e reforçando o papel do BH Airport como facilitador da conexão entre os fluxos aéreos e os principais destinos naturais de Minas Gerais.

Inhotim reforça vocação cultural contemporânea

Localizado em Brumadinho, o Inhotim reforça a posição do estado no circuito internacional do turismo cultural. O museu a céu aberto, que integra arte contemporânea, paisagismo e biodiversidade, tem sido pauta recorrente em publicações e rankings mundiais como um dos lugares mais relevantes do mundo para visitar, consolidando se como referência global. O espaço reúne galerias imersivas, obras de artistas internacionais e extensos jardins botânicos, figurando entre os museus mais visitados da América Latina.

Belo Horizonte: a capital dos botecos

Ao combinar gastronomia, cultura e experiências urbanas que integram diferentes regiões da cidade, Beagá se consolida como destino ao oferecer uma agenda que articula lazer, patrimônio e vivências contemporâneas.

O feriado prolongado de Tiradentes coincide com o período de realização do Comida di Buteco, evento que já faz parte do calendário anual da cidade, e está mobilizando cerca de 130 bares na disputa desta edição. Vence quem apresenta o melhor conjunto da obra, com peso definido na combinação da identidade com a cozinha raiz e a criatividade.

Na Pampulha, reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade, o passeio no Capivaram oferece uma perspectiva diferenciada sobre a Lagoa e o conjunto arquitetônico idealizado por Oscar Niemeyer. O trajeto passa por marcos como a Igrejinha de São Francisco de Assis, a Casa do Baile e o Museu de Arte da Pampulha, além de áreas abertas que articulam paisagem, arquitetura e uso público do espaço urbano.

“Minas Gerais reúne atributos que sustentam sua posição entre os destinos mais competitivos do turismo, combinando diversidade de experiências, identidade cultural forte e localização estratégica”, assinala o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes “O BH Airport atua como peça central nessa engrenagem ao conectar visitantes às diferentes regiões do estado, ampliando o alcance do turismo e impulsionando uma cadeia econômica que envolve serviços, comércio, cultura e hospitalidade. Cada passageiro que chega a Minas fortalece esse movimento e contribui para consolidar o estado como um destino completo e economicamente relevante no cenário nacional”, finaliza.


Ciências da Vida elevam perfil logístico do hub multimodal do BH Airport
14 de abril de 2026

Ciências da Vida elevam perfil logístico do hub multimodal do BH Airport

As operações de Ciências da Vida qualificam hoje o perfil de maior valor agregado do Hub Logístico Multimodal do BH Airport, reunindo cargas altamente reguladas e exigências técnicas que combinam controle rigoroso da cadeia do frio, rastreabilidade operacional e integração entre diferentes modais de transporte. Medicamentos, insumos farmacêuticos e dispositivos médicos concentram uma parcela significativa da movimentação de cargas no terminal mineiro, ganhando os holofotes do mercado na Intermodal South America, que começou hoje e reúne os principais players de logística, transporte de cargas, intralogística e comércio exterior da América Latina.

Em 2025, o setor de Ciências da Vida respondeu por 32% dos processos liberados pelo aeroporto, consolidando se como o mais representativo em receita e valor agregado de carga. “Na indústria da saúde, a logística é mais do que uma operação: é um componente estratégico da cadeia de valor. Ao estruturar um hub multimodal com governança sanitária e previsibilidade operacional, reforçamos nossa capacidade de atender um setor que opera com altos níveis de exigência regulatória e complexidade”, afirma o gestor Comercial do BH Airport, Geovane Medina.

Do ponto de vista técnico, a operação é sustentada por uma arquitetura de controle ambiental e validação contínua. De acordo com a farmacêutica responsável técnica pelo Terminal de Cargas, Ana Flávia Arantes, a robustez da logística do setor está diretamente ligada à comprovação de desempenho. “A integridade desses produtos depende da capacidade de manter parâmetros ambientais estáveis, monitorados e documentados ao longo de toda a operação. A qualificação térmica e o monitoramento contínuo são o que sustentam a confiabilidade sanitária da cadeia logística”, sinaliza.

Amplitude regulatória define o perfil das operações

A atuação do BH Airport no segmento de Ciências da Vida se ancora em um escopo normativo robusto, que amplia a capacidade de atendimento a cadeias logísticas de alta complexidade técnica e sanitária. O Terminal de Cargas possui autorização para operar todas as categorias de produtos sob fiscalização sanitária, abrangendo medicamentos e insumos farmacêuticos (incluindo substâncias de controle especial), cosméticos, produtos de higiene pessoal, saneantes, alimentos destinados à armazenagem, além de dispositivos médicos e diagnósticos, em diferentes estágios produtivos.

Essa cobertura amplia a versatilidade operacional do terminal mineiro e reforça o perfil de atratividade para a indústria da saúde, ao permitir o tratamento integrado de cargas com distintos níveis de exigência Sensíveis a variações de temperatura, umidade, luminosidade e manuseio, esses produtos demandam uma logística altamente especializada, com impacto direto sobre qualidade, segurança e eficácia, atributos centrais em cadeias diretamente associadas à saúde pública.

Cadeia do frio e monitoramento contínuo

A operação de Ciências da Vida é sustentada por uma infraestrutura dedicada a 3.131 m² de câmaras frias, com seis equipamentos refrigerados capazes de operar em diferentes faixas de temperatura, entre –18°C e 22°C. Os ambientes operam em regime ininterrupto, 24 horas por dia, com monitoramento via sistemas online validados e leitura em tempo real das variáveis ambientais.

Os espaços passam por estudos técnicos de validação e mapeamento térmico, com sensores calibrados posicionados em pontos estratégicos, assegurando estabilidade operacional, integridade das informações e rastreabilidade contínua ao longo de toda a operação. “Em cargas termossensíveis, é esse controle que garante a segurança sanitária e a confiabilidade logística”, esclarece a farmacêutica responsável técnica pelo Terminal de Cargas do BH Airport.

Para mitigar riscos associados à quebra da cadeia do frio, falhas de refrigeração ou exposição inadequada durante o manuseio, o BH Airport adota as Boas Práticas de Armazenamento e Distribuição da Anvisa, com monitoramento ambiental contínuo, registros auditáveis e gestão estruturada de riscos. As soluções operacionais seguem princípios internacionais de qualidade reconhecidos pela indústria farmacêutica, com foco na integridade dos dados, no controle sistemático de variáveis críticas e na robustez do sistema de qualidade, ampliando a aderência a padrões globais do setor.

Ambiente de negócios e posicionamento

Em Minas, o Hub Logístico Multimodal do BH Airport é o único certificado pelas Boas Práticas de Armazenamento e Distribuição emitido pela Anvisa, reconhecimento que atesta o cumprimento rigoroso das normas sanitárias aplicáveis à logística de produtos de saúde. Essa certificação amplia a previsibilidade regulatória, fortalece a confiabilidade da operação e posiciona o terminal mineiro como uma plataforma logística madura, preparada para atender indústrias e operadores que atuam com cargas sensíveis e de alto valor agregado.

A capacidade de atender cadeias altamente reguladas, como a de Ciências da Vida, está diretamente associada ao modelo adotado pelo terminal mineiro. O hub multimodal integrado reúne, em um único recinto alfandegado, operações aéreas, rodoviárias e marítimas “É essa arquitetura que confere maior previsibilidade aos fluxos logísticos, reduz pontos de ruptura na cadeia de suprimentos e permite o desenho de soluções ajustadas às especificidades de cada operação”, ressalta o gestor Comercial do BH Airport.

Na edição deste ano da Intermodal South America, o terminal mineiro apresenta ao mercado um conjunto de iniciativas que reforçam o papel do BH Airport como uma das principais portas de entrada de cargas no Brasil, com integração eficiente às redes de distribuição nacional e internacional. Entre elas, o lançamento do voo cargueiro entre Miami (MIA) e Confins (CNF), que amplia a conectividade; a introdução do produto AIR HUB, voltado à organização e à racionalização de fluxos de carga; e a consolidação do segmento de Ciências da Vida como eixo estratégico da operação.

“As cadeias globais estão mais seletivas, mais reguladas e mais sensíveis a risco. A competitividade logística passa pela capacidade de integrar modais, operar com governança sanitária e oferecer previsibilidade em escala. É essa combinação que orienta a estratégia do BH Airport e sustenta a expansão de segmentos como Ciências da Vida no Brasil”, conclui Geovane Medina, com o olhar aplicado à leitura de longo prazo sobre o peso da infraestrutura logística no desenvolvimento econômico do país.


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