Aeroporto Internacional de Belo Horizonte
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Tudo o que acontece no BH Airport
Acesse as principais notícias do terminal internacional mineiro.
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Aqui você encontra o direcionamento para pautas relevantes sobre o universo da aviação e desenvolvimento aeroportuário. Contextualizamos nossas ações com tudo o que acontece no Brasil e no mundo, reforçando nosso compromisso social, com o meio ambiente e sustentabilidade.

BH Airport reforça papel estratégico no desenvolvimento do Vetor Norte
O avanço do Vetor Norte como polo de desenvolvimento econômico esteve no centro dos debates do Destrava Summit Vetor Norte 2026, em Lagoa Santa. Durante o encontro, o CEO do BH Airport, Daniel Miranda, ressaltou o papel estratégico do terminal mineiro como indutor de competitividade regional, inovação e negócios, ao lado de lideranças empresariais e institucionais que se reuniram para discutir oportunidades, investimentos e caminhos para o crescimento sustentável do Vetor Norte nos próximos anos.
“O corredor que liga Belo Horizonte ao BH Airport e conecta municípios como Lagoa Santa, Vespasiano e Pedro Leopoldo representa uma espinha dorsal de transformação e desenvolvimento, reunindo vocações complementares em logística, infraestrutura, inovação, sustentabilidade, tecnologia e serviços. É um verdadeiro eixo de acessibilidade, previsibilidade de crescimento e vocação econômica cada vez mais clara. O BH Airport faz parte dessa engrenagem ao encurtar distâncias e conectar a região com o Brasil e com o mundo”, sublinha Daniel Miranda.
Liderança nacional
A relevância do terminal mineiro nesse panorama se sustenta na dimensão operacional e na capacidade de apoiar a expansão da região. Em 2025, o BH Airport registrou recorde histórico de movimentação, com 13,3 milhões de passageiros, mantendo uma estrutura capaz de receber até 32 milhões de passageiros por ano. Neste mês, assumiu a liderança nacional em número de destinos domésticos atendidos, com 63 rotas nacionais, além de ampliar a presença no interior do estado, com 14 destinos regionais conectados.
O porte operacional reforça a competitividade nas esferas regional e nacional. Com pista de 3.600 metros, a terceira maior do país, e o 4º maior sítio aeroportuário do Brasil, o BH Airport reúne condições para absorver operações de maior escala, ampliar a conectividade e fortalecer atividades ligadas à logística, à mobilidade e à infraestrutura. Entre 2014 e 2025, o aeroporto movimentou 124 milhões de passageiros e aportou R$ 1,3 bilhão em investimentos em melhorias, consolidando uma base robusta para expansão de negócios, geração de empregos e atração de empreendimentos para o entorno.
Logística de cargas e IA na operação
A relevância estratégica para Minas Gerais também ganha protagonismo no campo logístico. Em 2025, o terminal movimentou 13,1 mil toneladas de carga, com crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior, além de registrar 37,7 mil processos no período. Os números reforçam a posição do BH Airport nas rotas globais de carga e a contribuição para a inserção mais competitiva do estado nas cadeias nacionais e internacionais de suprimentos.
A defesa da inovação aplicada como elemento central para o ganho de eficiência e para o fortalecimento da competitividade é outro diferencial. O BH Airport vem incorporando soluções tecnológicas de ponta à rotina operacional, como robôs autônomos 100% elétricos com inteligência artificial para operações no pátio, IA nos canais de inspeção e o uso de drones na aviação para mapear focos de incêndio e apoiar provas de conceito voltadas à calibração de auxílios visuais ao pouso.
Impacto social e descarbonização
A agenda ambiental como plataforma inegociável de sustentabilidade tem evidências em reconhecimentos e resultados. O BH Airport é o primeiro aeroporto do Brasil a atingir o nível 3+ do Airport Carbon Accreditation (ACA). Desde 2017, já evitou a emissão de cerca de 8,6 mil toneladas de CO₂, com redução de 69% nas emissões diretas. Investiu R$ 5 milhões em ônibus elétricos, com estimativa de redução adicional de 42,1 toneladas de CO₂ por ano, e tem avançado em segurança hídrica e reaproveitamento de recursos, com mais de 56 milhões de litros de água reutilizados em três anos.
A atuação do aeroporto no Vetor Norte também se traduz em impacto direto no território. Hoje, mais de 8 mil pessoas trabalham no BH Airport, e, entre 2014 e 2025, o terminal gerou R$ 180 milhões em ISS para Confins e Lagoa Santa. Em 2025, os projetos sociais alcançaram mais de 8 mil pessoas. No mesmo ano, o Feirão de Empregos realizado em Pedro Leopoldo reuniu mais de 800 participantes e aproximou candidatos de empresas com vagas abertas, fortalecendo a conexão com a comunidade e ampliando oportunidades de inserção no mercado de trabalho.
“Minas Gerais reúne condições únicas para ampliar presença no cenário nacional e internacional, combinando relevância econômica, diversidade produtiva, patrimônio cultural e capacidade empresarial. E o Vetor Norte desponta como um território especialmente vocacionado para sustentar um novo ciclo de crescimento, por reunir infraestrutura, localização estratégica, potencial de expansão, acesso a mercados e um ambiente cada vez mais favorável à atração de empreendimentos. Para o BH Airport, ampliar a conectividade de Minas com o Brasil e com o exterior é mais do que expandir rotas: é fortalecer o turismo, impulsionar negócios, dinamizar a logística, estimular investimentos e contribuir para a formação de um ecossistema mais competitivo, integrado e preparado para o futuro”, conclui Daniel Miranda.

BH Airport ganha rota direta para Macapá e fica a uma capital de conectar todo o Brasil
O BH Airport dá mais um passo decisivo na consolidação da malha doméstica e fica a apenas uma capital de conectar todo o Brasil. A partir de novembro, o terminal mineiro passa a contar com voos diretos para Macapá (AP), em operação da Azul Linhas Aéreas, com quatro frequências semanais. Com a nova rota, o BH Airport alcança 26 das 27 capitais brasileiras com ligações sem escalas, faltando apenas Boa Vista (RR) para completar o mapa nacional.
A nova conexão reforça o papel do BH Airport como um dos principais hubs do país e amplia a integração entre o Sudeste e a região Norte. Mais do que incluir um novo destino na malha, a operação fortalece a posição estratégica de Minas Gerais no centro da aviação brasileira e amplia as possibilidades de circulação de passageiros a lazer, a negócios e em conexão para dezenas de cidades no Brasil e no exterior.
Macapá chega à malha do BH Airport trazendo um destino singular no turismo nacional. Única capital brasileira cortada pela Linha do Equador, a cidade reúne atrativos que combinam geografia, cultura, história e Amazônia. Entre os principais destaques estão o Marco Zero do Equador, a Fortaleza de São José de Macapá, o Mercado Central, o Museu Sacaca e a orla sobre o Rio Amazonas; elementos que fazem da capital amapaense uma experiência de viagem marcada por identidade própria e forte apelo de descoberta.
Papel estratégico de integração no país
“Chegar a 26 capitais brasileiras com voos diretos representa um avanço importante na estratégia de expansão da conectividade do BH Airport. Com a entrada de Macapá, reforçamos nosso papel como ponto de articulação e integração entre diferentes regiões do país, contribuindo para dinamizar o turismo, estimular negócios e ampliar oportunidades de desenvolvimento”, assinala o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes.
As partidas do BH Airport ocorrerão às segundas, quartas, sextas-feiras e domingos, às 22h30, com chegada prevista em Macapá às 2h15. No sentido inverso, os voos sairão da capital amapaense às segundas, terças, quintas-feiras e sábados, às 3h, pousando em Confins às 6h50. A operação será realizada com aeronaves Airbus A320, com capacidade para até 174 passageiros, a partir de novembro.
Primeiro lugar no ranking de destinos domésticos do Brasil
A nova rota também amplia o acesso de passageiros do Amapá ao ecossistema de conexões do terminal mineiro, que opera cerca de 70 destinos nacionais e internacionais, com capacidade para atender 32 milhões de passageiros por ano. A novidade se soma ao movimento recente de expansão da malha do BH Airport, que vem ampliando a presença tanto em capitais quanto em destinos regionais e internacionais estratégicos.
De abril para maio deste ano, o terminal mineiro saltou do segundo para o primeiro lugar no ranking de destinos domésticos do país. Com 63 rotas nacionais, superou Viracopos, com 59, e Guarulhos, com 58. No mercado internacional, o aeroporto opera voos diretos para Lisboa, Orlando, Cidade do Panamá, Santiago, Buenos Aires e Montevidéu. Em Minas Gerais, a malha regional conecta o estado a 14 destinos.
No primeiro trimestre de 2026, o BH Airport inaugurou voos diretos para Montevidéu (Uruguai) e Campo Grande (MS). Também foram anunciados destinos que entram em operação ainda este ano, com conexões diretas: Santarém (PA), a partir de 1º de setembro, Aracati (CE), a partir de outubro, Diamantina (MG), a partir de agosto, e Lençóis (BA), a partir de junho. Além dessas rotas, a partir do próximo mês, a conexão direta da LATAM para Fortaleza (CE) passa a ser regular e deixa de ser sazonal..

Primeiro lugar no ranking de destinos domésticos do país é do BH Airport
O BH Airport sobe o mais alto degrau no pódio de destinos domésticos atendidos por aeroportos brasileiros, conquistando um marco histórico na aviação do país e assumindo a liderança do ranking. Com 62 rotas nacionais, o BH Airport supera Viracopos, com 59, e Guarulhos, com 58. O quarto lugar é do Galeão, com 42, seguido de Brasília, com 38. O resultado reflete a ampliação da malha aérea e posiciona Minas Gerais de forma ainda mais competitiva na conexão entre turismo, negócios e desenvolvimento regional.
O primeiro lugar no ranking de destinos domésticos ocorre em um momento de ampliação da conectividade em mercados estratégicos. Entre as novidades da malha está a ligação inédita entre o BH Airport e Lençóis, na Bahia, principal porta de entrada da Chapada Diamantina. A operação da Azul começa em junho, com passagens já disponíveis nos canais de venda da companhia. Os voos serão realizados em aeronaves ATR, com capacidade para 70 passageiros, com partidas do BH Airport às quintas-feiras, às 8h20, e retorno de Lençóis aos domingos, às 13h25. Sem escalas, o trajeto terá duração média de 2h10.
No centro da Bahia, a Chapada Diamantina reúne alguns dos principais roteiros de turismo de natureza do país, com trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes distribuídos por uma área de grande diversidade paisagística. A malha regional também será ampliada com a retomada da rota entre Belo Horizonte e Diamantina, prevista para agosto. A operação será feita pela Azul Conecta, com três frequências semanais em cada sentido, em aeronaves Cessna Grand Caravan, com capacidade para até nove passageiros. As passagens já estão à venda.
Com a nova rota, o BH Airport passa a conectar 14 destinos regionais no estado. Patrimônio Cultural da Humanidade, Diamantina é um dos principais destinos históricos de Minas Gerais. Em maio, o BH Airport mantém os voos internacionais diretos para Lisboa (Portugal), Orlando (EUA), Cidade do Panamá (Panamá), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). No mercado doméstico, a operação neste mês inclui reforço na rota da Azul para Fortaleza, que passa de duas para três partidas por dia.
“Assumir a liderança nacional em destinos domésticos é resultado de um trabalho contínuo de desenvolvimento de malha, articulação com as companhias aéreas e leitura consistente da demanda. Esse movimento amplia a conectividade de Minas Gerais, fortalece a posição do BH Airport no ecossistema da aviação brasileira e cria condições mais favoráveis para a circulação de pessoas, para o turismo e para a atividade econômica em diferentes regiões”, avalia o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes.
Maio projeta mais de 1,1 milhão de passageiros e amplia a oferta de voos
O BH Airport espera receber 1.109.557 passageiros ao longo deste mês, mantendo o ritmo de crescimento da movimentação no terminal mineiro. Na comparação com maio de 2025, o volume previsto representa alta de 0,4%. Em relação a 2024, o avanço é de 24,2%. Frente a 2023, o crescimento chega a 29%. Já entre pousos e decolagens, estão previstas 9.441 movimentações de aeronaves.
Para atender à demanda do período, as companhias aéreas programaram 99 voos extras, com reforço principalmente para Parauapebas (PA), Campinas (SP), Maceió (AL), Porto Seguro (BA), Florianópolis (SC), Natal (RN) e Rio de Janeiro (RJ). Parte desse fluxo foi concentrada entre os dias 30 de abril e 4 de maio, intervalo em que o BH Airport recebeu mais de 210 mil passageiros no período que compreende o feriado de 1º de Maio. O maior movimento foi registrado na segunda-feira, dia 4, quando aproximadamente 50 mil viajantes circularam pelo terminal.

BH Airport e Azul fortalecem conectividade internacional com promoção da rota direta BH-Montevidéu no Uruguai
A nova rota direta entre Belo Horizonte e Montevidéu, em operação desde março deste ano, foi tema da programação dedicada à promoção da conectividade com players do Turismo e Negócios, em uma ação conjunta do BH Airport e Azul Linhas Aéreas. A agenda na capital uruguaia reuniu lideranças dos setores aéreo e turístico, além de representantes do mercado, para apresentar as oportunidades geradas pela conexão inédita entre as duas cidades.
A nova ligação permite posicionar Minas Gerais como destino turístico, apresentando ao mercado uruguaio um estado reconhecido pela diversidade de experiências, que vão do patrimônio histórico e cultural à gastronomia e à oferta de eventos e intercâmbio comercial, além de facilitar o acesso a outros destinos brasileiros a partir do hub mineiro.
“A rota direta entre Belo Horizonte e Montevidéu representa um avanço importante na estratégia de internacionalização do BH Airport e no fortalecimento da conectividade de Minas Gerais com a América do Sul. A parceria com a Azul amplia as opções de voo entre Brasil e Uruguai e contribui diretamente para a promoção do destino Minas Gerais no mercado internacional”, reforça o gestor de Conectividade e Aviação do BH Airport, Clayton Begido.
“Essa ligação aérea facilita o acesso dos turistas uruguaios a um estado que reúne uma diversidade única de atrativos, destacando o nosso potencial gastronômico, histórico e cultural, além de uma ampla oferta de experiências no turismo de lazer e de negócios. Além disso, reforçamos o fluxo entre os dois países e ampliamos as oportunidades para o turismo e para toda a cadeia produtiva ligada ao setor”, acrescenta.
Para o gerente geral Comercial da Azul, Ricardo Bezerra, a nova operação amplia as possibilidades de conexão para o mercado uruguaio. “A partir do hub mineiro, que é a nossa segunda base mais movimentada atualmente, o cliente que sai do Uruguai pode chegar facilmente a cidades de todas as cinco regiões do país. Queremos que o nosso país vizinho conheça o potencial brasileiro de lazer e negócios também a partir da região Sudeste”, destaca.
O gerente comercial da Aeropuertos Uruguay, Matías Carluccio, destaca que a ampliação da malha aérea é determinante para o fortalecimento das relações entre os países. “O Brasil é um mercado estratégico para o Uruguai, e essa nova conexão com Belo Horizonte contribui para tornar o país ainda mais acessível ao público brasileiro. A conectividade aérea é fundamental para dinamizar o intercâmbio turístico e consolidar o vínculo entre os dois mercados”, finaliza.
Sobre a rota
Os voos diretos entre Belo Horizonte e Montevidéu são operados em aeronaves Embraer E2, com capacidade para até 136 passageiros.
• Saídas do BH Airport: quartas-feiras e domingos, às 10h15
• Saídas do Aeroporto Internacional de Carrasco: quartas-feiras e domingos, às 15h40

Dia da Terra expõe o protagonismo da infraestrutura aeroportuária na agenda ESG
Redução de 69% nas emissões diretas, neutralidade de carbono certificada em padrão internacional e reaproveitamento de mais de 56 milhões de litros de água em três anos. Em uma data dedicada à discussão global sobre sustentabilidade, os números do BH Airport oferecem um retrato da agenda ESG desenhada em operações de infraestrutura no Brasil.
O terminal mineiro é o primeiro aeroporto do país a atingir o nível 3+ do programa Airport Carbon Accreditation (ACA), do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI), certificação que exige inventários auditados de emissões, metas contínuas de redução e neutralização das emissões residuais. Desde a adesão ao programa, em 2017, o conjunto das iniciativas implementadas no aeroporto evitou a emissão de aproximadamente 8,6 mil toneladas de CO₂ equivalente.
Os dados ganham relevo em um setor marcado por alto consumo energético, dependência de combustíveis fósseis e uso intensivo de recursos naturais. Aeroportos concentram fluxos logísticos críticos, operam de forma contínua e sustentam a conectividade econômica em diferentes escalas. Ao mesmo tempo, figuram entre as infraestruturas mais expostas aos efeitos de eventos climáticos extremos, o que reposiciona indicadores ambientais, com destaque para emissões, consumo de energia e uso da água, como variáveis operacionais determinantes para eficiência, segurança e resiliência do sistema.
“Em infraestrutura, sustentabilidade só produz resultado quando se converte em critério técnico de decisão. No BH Airport, descarbonização, transição energética e segurança hídrica orientam soluções de engenharia, investimentos e operação diária. É assim que a agenda ambiental se traduz em redução de risco, ganho de eficiência e estabilidade operacional no longo prazo”, afirma o gerente de Infraestrutura e Meio Ambiente do BH Airport, Emerson Chaves.
Metas ambientais alinhadas ao ecossistema global
A estratégia de descarbonização do BH Airport está ancorada na redução estrutural das emissões na origem, com foco em soluções permanentes incorporadas à infraestrutura. O inventário de gases de efeito estufa é acompanhado mensalmente e integrado aos processos de planejamento, orientando investimentos, priorização de projetos e a modernização dos sistemas operacionais.
Nesse conjunto de ações, a implantação do sistema 400Hz + PCA nas pontes de embarque dos Terminais 1 e 2 se destaca pelo impacto direto e mensurável. A tecnologia substitui o uso de geradores movidos a diesel no atendimento às aeronaves estacionadas em solo, uma das etapas mais representativas do consumo de combustível no ambiente aeroportuário.
A adoção do sistema resultou na retirada recorrente de 16 equipamentos a diesel da operação, reduzindo o consumo anual de combustível fóssil em cerca de 202 mil litros. A mitigação estimada é de, no mínimo, 500 toneladas de CO₂ equivalente por ano, com efeito contínuo ao longo da vida útil da infraestrutura instalada. Trata se de uma intervenção que combina redução permanente de emissões, aumento da eficiência energética e maior previsibilidade operacional, elementos centrais para ativos que operam de forma ininterrupta.
A redução de emissões também avança na mobilidade em solo. O BH Airport investiu R$ 5 milhões na incorporação de ônibus elétricos para o transporte de passageiros na área operacional, iniciativa que projeta a redução adicional de 42 toneladas de CO₂ equivalente por ano. O plano operacional prevê que, até 2030, todas as operações de embarque e desembarque remoto sejam realizadas com veículos elétricos. Desde 2024, a substituição de veículos a combustão por modelos elétricos e híbridos flex já responde por uma redução adicional de cerca de 40 toneladas de CO₂ equivalente.
Segurança hídrica
A gestão da água constitui um dos eixos mais estratégicos da agenda ESG do BH Airport, tanto pelo volume envolvido quanto pelo impacto direto na continuidade da operação. Desde 2022, o terminal reaproveitou 56,4 milhões de litros de água, volume mais de sete vezes superior ao registrado no início da operação do sistema. Apenas entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, o reúso ultrapassou 20 milhões de litros, o equivalente a cerca de oito piscinas olímpicas, reduzindo de forma significativa a demanda por água potável ao longo da operação.
Esse desempenho é sustentado pelas Estações de Tratamento de Águas Cinzas (ETAC), responsáveis pelo tratamento integrado de águas pluviais e de efluentes provenientes de pias e chuveiros dos Terminais de Passageiros 1 e 2. Após o processamento, a água é direcionada a usos não potáveis, como descargas sanitárias, irrigação de áreas verdes e atividades operacionais, o que permite substituir o consumo de água potável em larga escala dentro do aeroporto.
Em um ambiente marcado por maior variabilidade climática e pressão crescente sobre os sistemas de abastecimento urbanos, a gestão hídrica deixa o campo das iniciativas ambientais isoladas e passa a operar como componente de resiliência operacional, reduzindo a exposição a riscos hídricos e ampliando a previsibilidade da operação.
A atuação ambiental do BH Airport foi premiada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no Programa Aeroportos Sustentáveis, por três anos consecutivos, sendo reconhecido como o aeroporto mais sustentável do Brasil. O terminal mineiro também acumula cinco reconhecimentos consecutivos como Aeroporto Verde, concedidos pelo ACI, incluindo projetos voltados à eficiência energética, à gestão hídrica e à proteção da biodiversidade, como a implantação de passagens de fauna.